(por Sabriya English)

Em um mundo onde as minhas opções para tentar ser bem sucedida vão desde injetar heroína nas minhas veias, a estar envolvida em incontáveis relações sexuais, ou negar meus problemas a ponto de ter um colapso nervoso aos 50 anos de idade, faria sentido depositar minhas esperanças num obscuro carpinteiro com um problema de complexo divino que o levou a morte?

Todas aquelas vezes em que o estresse acadêmico ameaça me jogar de uma torre, faria sentido eu me esconder num canto com um pequeno “deus”, que não tem mais o poder de me criar, nem a habilidade de mover montanhas ou mudar meu comportamento? Não! Se eu vou seguir a Ele ao invés de um bezerro de madeira, meu Deus tem que ser um deus com super poderes, inigualável beleza, soberana autoridade e de consistente graça; qualquer outra coisa seria perda do meu precioso tempo.

Apesar de eu ter conhecido a Jesus desde os meus 7 anos, foi no segundo grau que eu me cansei dos meus anos de alimento religioso insípido, indiferente e impotente. Levou todo esse tempo para que eu percebesse que Deus não é o Deus de qualquer tradição ou opinião humana, nem o Deus de rituais banais. Ele quer ter um relacionamento conosco. Hoje, eu posso glorificar o Seu nome com alta voz porque eu experimentei e vi quão maravilhosamente Ele me carregou durante as situações difíceis, me levando a me apegar a Ele mais e mais.

É um prazeroso alívio ser capaz de pôr tudo na mesa, diante de alguém que não vai zombar ou me ignorar. Deus não exige que eu seja perfeita: Ele apenas espera que eu confesse meus pecados e O obedeça, vivendo de uma forma que eu possa falar verdadeiramente dEle.

E o que faz que um relacionamento pessoal com Deus, através de Jesus Cristo, resista assim? A crença de que a salvação não é uma lista de coisas a fazer ou um perigo inevitável, uma eterna maldição. Relacionar-me com Deus não é uma vergonhosa carga que eu tenho de carregar sobre os meus ombros. Jesus disse: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso.Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas.” Isso não soa como um grande alívio?

Um apoio para o fraco? Mostre-me uma pessoa com problemas pequenos e com uma capacidade de superá-los perfeitamente; alguém que não lute contra seu próprio peso, nem chora nem se irrita ou se preocupa. Jesus é um apoio para o frágil? Com certeza sim!

Eu percebi que a satisfação na vida não pode ser obtida através do álcool, boas notas, bons feitos, ou qualquer outra coisa. Só quando eu confessei os meus pecados, e aceitei a Jesus Cristo como meu único Salvador e Senhor, eu realmente soube o que Ele queria dizer quando prometeu vida e vida em abundância. É maravilhoso me sustentar em algo/Alguém e não ter que me preocupar em ter que agradar todo mundo.

Tão avessa quanto sou à dor, eu não poderia dizer que morreria por uma crença a menos que já tivessem provado que vale a pena morrer por ela. Eu, muitos outros estudantes aqui em Princeton e ao redor do mundo, encontramos essa certeza no nosso relacionamento com Jesus o Cristo.

“Tenho posto o Senhor continuamente diante de mim; porque Ele está à minha mão direita, não vacilarei. Portanto, alegre está o meu coração”. (Salmos 16:8)


Como começar um relacionamento com Deus

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