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Conhecendo Deus

Por que Jesus morreu?

Entenda aqui por que Jesus foi crucificado. Por que ele morreu e ressuscitou?

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A morte de Jesus Cristo por meio da crucificação era o tipo de execução reservada para os piores criminosos.

No caso de Jesus, parece que praticamente todo mundo contribuiu para que acontecesse: os líderes religiosos judaicos, o governo gentio romano e uma multidão de pessoas exigiram a morte dele.

Mas, por quê?

Tudo começou num pequeno vilarejo, não muito longe de Jerusalém, em Israel. Com trinta anos de idade, Jesus começou a ensinar as pessoas sobre a vida e sobre Deus.

Multidões foram atraídas por ele. Tudo sobre Jesus era nitidamente diferente dos líderes religiosos que estavam no poder. Ele recebia não somente os mais ricos e poderosos, mas também as prostitutas, os pobres, os doentes e os marginalizados.

Jesus convidava as pessoas para crerem nele, dizendo coisas como: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida”.1

Por que as pessoas paravam para ouvir Jesus? Por causa do que elas viram e testemunharam.

“Jesus ia passando por todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando as boas novas do Reino e curando todas as enfermidades e doenças.2 O cego agora podia ver, o aleijado podia andar, os leprosos eram curados. Ele alimentou uma multidão de 4 mil pessoas necessitadas com alguns peixes e pedaços de pão. E fez isso mais uma vez para alimentar 5 mil pessoas.

Durante uma tempestade impetuosa no mar, Jesus se levantou e deu ordem ao vento e à chuva para que cessassem, trazendo calma repentina. Os homens no barco perguntaram: “Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem”3

Várias foram as vezes em que ele trouxe pessoas mortas de volta à vida. Não é de surpreender que multidões seguiam a Jesus e que notícias sobre ele se espalhavam.

Então, por que Jesus foi crucificado?

Conforme Jesus ensinava às multidões, ele também fazia críticas a respeito das autoridades religiosas. Eles ostentavam suas posições, insistiam na obediência aos seus rituais, leis e tradições extremamente exigentes.

Jesus disse o seguinte a respeito deles: “Eles atam fardos pesados e os colocam sobre os ombros dos homens...”4

E os desafiou diretamente dizendo: “Hipócritas! Bem profetizou Isaías acerca de vocês, dizendo: ‘Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão me adoram; seus ensinamentos não passam de regras ensinadas por homens’.”5

Por exemplo, uma de suas leis religiosas era sobre guardar o Sábado, quando não se podia trabalhar. Não se podia cozinhar, andar uma certa distância, nem carregar qualquer objeto, etc. O Sábado era mais restritivo do que relaxante.

Então num dia de sábado, Jesus curou um homem que havia sido deficiente por 38 anos. Jesus disse ao homem para que se levantasse, pegasse a sua maca e andasse. O homem se levantou pela primeira vez em 38 anos, ele agora podia andar. Os fariseus viram o homem e disseram: “Hoje é sábado, não lhe é permitido carregar a maca.”

Jesus estava constantemente curando as pessoas. E ele não parou de fazer isso no sábado.

Quando os fariseus confrontaram Jesus por trabalhar (curar pessoas) no sábado, Jesus disse a eles: Meu Pai continua trabalhando até hoje, e eu também estou trabalhando.”

A bíblia nos diz: “Por essa razão, os judeus mais ainda queriam matá-lo, pois não somente estava violando o sábado, mas também estava até mesmo dizendo que Deus era seu próprio Pai, igualando-se a Deus.”6

Jesus foi muito claro a respeito de sua divindade

Jesus disse que quem o conhece, conhece o Pai;7 que quem o vê, vê o Pai;8 que quem crê nele, crê no Pai;9 que quem o recebe, recebe o Pai;10 que quem o odeia, odeia o Pai;11 e que quem o honra, honra o Pai.12

Ao verem grandes multidões seguindo Jesus, os fariseus judaicos e saduceus decidiram se livrar de Jesus para recuperar sua autoridade entre o povo.

Eles prederam Jesus o trouxeram diante do Sumo sacerdote, que perguntou a ele: “Você é o Cristo, o Filho do Deus Bendito?”

“Sou”, disse Jesus. “E vereis o Filho do homem assentado à direita do Poderoso vindo com as nuvens do céu.”13 (Isso se referia ao julgamento final do mundo, o qual Jesus estava dizendo que executaria.)

O Sumo Sacerdote imediatamente o acusou de blasfêmia, pois estava clamando ser Deus. E todos o condenaram como alguém que merecia a morte.

Mas como as leis judaicas não permitiam a pena de morte, os líderes religiosos levaram Jesus diante do governador romano, um gentio, e exigiram a pena de morte dele. (Dessa forma, tanto judeus como gentios participaram na morte de Jesus)

Pôncio Pilatos, o governador romano da área, tinha a palavra final. Ele achava que Jesus deveria ser libertado. Mas os fariseus e os saduceus atiçaram a multidão que começou freneticamente a exigir que Jesus fosse morto. Eles gritavam: “Crucifica-o! Crucifica-o!” Pilatos cedeu às exigências da multidão.

O veredito: morte por crucificação, o método do governo romano para tortura e morte.

Jesus sabia que isso ia acontecer

Nada disso foi surpresa para Jesus. Muitas vezes, antes de sua crucificação, Jesus disse aos seus discípulos que seria preso, açoitado e crucificado. Ele também disse que, três dias depois de ser sepultado, voltaria a viver. Tudo o que Jesus declarou sobre sua divindade seria provado quando ele fisicamente voltasse à vida.

Os soldados levaram Jesus, fizeram uma coroa de espinhos e colocaram na cabeça dele, simulando a coroa de um rei, e o espancaram.

Depois eles açoitaram Jesus com um chicote de nove tiras, que tinha partes de metal ou pedaços de ossos nas pontas. Quarenta lambadas eram, em geral, o suficiente para matar uma pessoa.

Então perfuraram os punhos e os pés de Jesus com pregos pendurando-o numa cruz, na qual morreu por meio de lento asfixiamento e parada cardíaca. Uma lança foi enfiada em seu lado para confirmar sua morte.

A morte de Jesus na cruz não foi meramente consequência de seus milagres e de suas declarações. Ele não estava à mercê deles.

Jesus já tinha provado ter todo poder absoluto sobre a natureza, doenças e até mesmo sobre a morte. Ele curou tantas pessoas, e até as trouxe de volta à vida. Por isso, Jesus poderia ter descido da cruz a qualquer momento.

O que aconteceu foi o equivalente a alguém se curvar e colocar sua própria cabeça dentro de uma bacia com água e escolher, deliberadamente, afogar-se; enquanto tem todo o poder de levantar a cabeça a qualquer momento. Jesus escolheu morrer.

Antes de ser preso, Jesus disse: “Ninguém a tira de mim, mas eu a dou por minha espontânea vontade. Tenho autoridade para dá-la e para retomá-la. Esta ordem recebi de meu Pai.”14 Ele fez isso deliberadamente. Foi planejado. Foi intencional.

Por que Jesus permitiu ser crucificado?

Nós, de várias formas, agimos de modo contrário aos caminhos de Deus. Apenas dê uma olhada nas notícias de qualquer dia da semana: racismo, assassinatos, abuso sexual, mentiras, ganância, corrupção, terrorismo, guerras, etc. Como seres humanos, temos a capacidade de estragar nossas próprias vidas e a vida de outras pessoas, e somos muitos bons nisso. Deus nos vê como pessoas perdidas, cegas e que estão sob o seu julgamento pelas formas como agimos.

Pense em como ficamos estarrecidos e aflitos quando ouvimos que uma menina de seis anos foi sequestrada e molestada sexualmente. Isso é uma afronta tão tremenda aos nosso sentido de moralidade, que até aqueles que são contra à pena de morte podem ficam tentados a concordar com isso.

Bem, todo o nosso pecado é uma afronta a um Deus santo. Todo o nosso pecado entristece a Deus. Não conseguimos viver de acordo com nossos próprios padrões, imagina os dele. Se formos honestos, em alguns momentos sentimos até nojo de nós mesmos. Então, o que um Deus perfeito e santo vê em nós?

Deus diz que a punição para o pecado é a morte.15 É por isso que, no Antigo Testamento, você pode ver Deus instruindo os israelitas a sacrificarem um cordeiro uma vez por ano para receberem perdão pelos seus pecados. O cordeiro morria no lugar deles. Mas esse era um perdão temporário. Eles tinham que fazer isso todos os anos.

Quando Jesus veio, o profeta João Batista disse o seguinte sobre ele: “Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!”16

Jesus veio tomar sobre si a punição pelo pecado da humanidade, pelos nossos pecados, em nosso lugar. Em vez de nós morrermos e ficarmos permanentemente separados de Deus, Jesus pagou pelos nossos pecados na cruz, para que assim nós pudéssemos ser perdoados e receber a vida eterna.

Foi exatamente por isso que Jesus veio, como nosso Salvador, para nos salvar do julgamento de Deus, da condenação e da dívida pelos nossos pecados. Enquanto estava pendurado lá na cruz, Jesus estava ciente de todo pecado que você já cometeu, ou cometerá. Jesus recebeu a punição pelos nossos pecados.

A Última Ceia de Da Vinci

Você já deve ter visto a famosa pintura de Leonardo Da Vinci chamada “Última Ceia”, na qual Jesus está sentado numa longa mesa e os discípulos estão sentados ao seu lado esquerdo e direito. Da Vinci estava retratando a refeição que Jesus teve com seus discípulos na noite antes de ser preso e crucificado.

Naquela “última ceia”, Jesus disse aos seus discípulos que o seu sangue seria “derramado em favor de muitos, para perdão de pecados.”17

Jesus, que não cometeu pecado algum, pagou por nossos pecados na cruz. Isso não é justo. Nós não merecemos que ele tome o nosso lugar. Mas por que ele fez isso?

A bíblia nos diz: “Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores.”18

Nossa resposta à crucificação de Jesus

O que Jesus pede de nós? Que o paguemos de volta e façamos algo para ganhar nosso perdão? Não. Jamais poderíamos ser dignos do que Jesus fez por nós. O que ele nos pede é simples — que creiamos nele. Ele nos pede para aceitarmos sua morte em nosso lugar, para aceitarmos o seu perdão completo como um presente gratuito.

Estranhamente, muitas pessoas não querem fazer isso. Elas tentam conquistar sua própria salvação. Tentam conquistar seu próprio meio de entrar no céu. Elas querem mostrar por meio de seus próprios esforços que são dignas de um relacionamento com Deus. Jesus disse que elas morreriam em seus pecados e enfrentariam julgamento, pois rejeitaram o que Jesus fez por elas.

O discípulo Pedro disse o seguinte sobre Jesus: “...todo aquele que nele crê recebe o perdão dos pecados mediante o seu nome.”19

Mas não apenas perdão de pecados, também recebe vida eterna e um relacionamento íntimo e pessoal com Deus agora em sua vida. Tudo isso é nosso, pois Jesus morreu na cruz por nós.

Jesus não simplesmente recebeu a punição pelos nosso pecados. Ele estava eliminando a barreira que existia entre nós e Deus. Ele estava nos oferecendo muito mais que perdão. Estava oferecendo reconciliação, aceitação completa, um relacionamento com ele, para que pudéssemos experimentar o seu amor por nós.

É como se um bilionário não apenas cancelasse a dívida que alguém deve a ele, mas também entregasse a essa pessoa toda a sua riqueza, mesmo sabendo que ela não tem como pagá-lo de volta.

A vida eterna, o céu, é um presente: “Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.20

Jesus veio ao mundo para morrer por nós, para providenciar uma maneira de o conhecermos intimamente. É decisão nossa receber o presente de ter um relacionamento com ele, que ele nos oferece.

Jesus resumiu isso da seguinte forma: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém pode chegar até o Pai a não ser por mim.”21

A oferta de Jesus

Qualquer pessoa que convida Jesus para entrar em sua vida e aceita o seu presente imerecido de perdão e vida eterna, começa um relacionamento eterno com ele.

Após sua crucificação, eles sepultaram Jesus num túmulo e colocaram uma guarda de soldados romanos treinados para guardar a entrada. Mas, por quê? Jesus havia dito repetidas vezes que, três dias após o seu sepultamento, ele ressuscitaria. E isso provaria que tudo o que ele disse sobre si mesmo era verdade.

Três dias depois, o túmulo estava vazio. Jesus então apareceu publicamente aos seus discípulos várias vezes, e também a uma multidão de 500, e a outras pessoas individualmente. Cada um dos discípulos de Jesus saiu pelo mundo proclamando a ressurreição dele. Cada um deles foi martirizado por isso, em lugares diferentes uns dos outros, tão convencidos que estavam a respeito da identidade de Jesus.

É nossa decisão aceitarmos o perdão que ele oferece. Basta nos aproximarmos dele e pedirmos para que ele entre em nossas vidas e perdoe nossos pecados.

João afirma isso muito bem na Bíblia: Assim conhecemos o amor que Deus tem por nós e confiamos nesse amor. Deus é amor. Todo aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele. Dessa forma o amor está aperfeiçoado entre nós, para que no dia do juízo tenhamos confiança...”22

Jesus disse explicitamente: “Eu lhes asseguro: Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não será condenado, mas já passou da morte para a vida.”23

Jesus orou antes de sua morte: “Pai justo, embora o mundo não te conheça, eu te conheço, e estes sabem que me enviaste. Eu os fiz conhecer o teu nome, e continuarei a fazê-lo, a fim de que o amor que tens por mim esteja neles, e eu neles esteja.”24

Você gostaria de convidar Jesus Cristo para entrar em sua vida agora? Você pode dizer assim para ele:

“Jesus, peço que entre na minha vida. Reconheço que sou pecador. Eu me arrependo e peço que perdoe os meus pecados. Obrigado por morrer na cruz por mim. Guia a minha vida conforme a sua vontade. Obrigada por entrar na minha vida agora e pela oportunidade de começar um relacionamento contigo. Amém.”

Se você creu no que Jesus fez por você e o convidou para entrar em sua vida, a crucificação dele significa que você aceitou o seu presente, recebeu perdão e tem agora um relacionamento eterno com ele. Veja o link abaixo para aprender mais e crescer no seu relacionamento com Deus.

 Convidei Jesus para entrar na minha vida (algumas informações úteis)…
 Acho que quero convidar Jesus para entrar na minha vida, por favor me explique melhor…
 Tenho uma pergunta…

(1) João 8.12 (2) Mateus 9.35 (3) Marcos 4.41 (4) Mateus 23.4 (5) Mateus 15.7-9 (6) João 5.18 (7) João 8.19 (8) João 12.45; 14.9 (9) João 12.44; 14.1 (10) Marcos 9.37 (11) João 15.23 (12) João 5.23 (13) Marcos 14.61,62 (14) João 10.18 (15) Romanos 6.23 (16) João 1.29 (17) Mateus 26.28 (18) Romanos 5.8 (19) Atos 10.43 (20) Romanos 6.23 (21) João 14.6 (22) 1João 4.16,17 (23) João 5.24 (24) João 17.25,26


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