Aqui e agora está você, olhando para esta tela de computador. Mais um segundo se vai. Mais um momento da sua vida e zoom! Se foi… Opa. Lá se vai outro. Os segundos e minutos passam. Uma hora. Um dia. Uma semana. Um ano. Hoje estão aqui. Amanhã já se foram.

Aqui está você, em algum lugar do planeta Terra. O que você está pensando…NESTE MOMENTO? Nada? Ou é alguma coisa tipo: “Eu quero mais?”

Sim, mas você quer mais do quê? Boas notas? Amigos? Festas? Encontros? Dinheiro? CDs? Roupas?

Você se lembra de quando conseguiu aquilo que queria, ou finalmente começou a namorar a pessoa que queria namorar… Lembra-se daquele sentimento logo depois? Não era algo tipo: “Isso não mudou radicalmente a minha vida como pensei que ia mudar?”

Então o que você faz? Volta pra estaca zero?

Talvez a experiência ou a coisa que você esperava não era realmente o que estava procurando depois de tudo. Ou talvez você só precise de MAIS dessa experiência ou destas coisas: mais roupas, mais CDs, mais encontros, mais festas. No entanto, ainda assim você continua com aquele sentimento, um pensamento que importuna: “Eu ainda quero mais.”

Então você quer mais. Mais de alguma coisa. Mas você não tem certeza de que coisa é essa. É como se fosse uma coceira constante na sua vida. O sentimento de que algo está faltando. O sentimento de que deve haver algo mais NA vida e algo mais DA vida. Alguma coisa a mais para ser extraída dela.

Você pensa: “Eu sou só um prego redondo num buraco quadrado? Qual é a parada? Qual é o meu problema?” E a coceira permanece. E o que você experimentou até agora simplesmente não satisfez a coceira.

Claro, isso não é algo que você conta pros seus amigos. Se eles soubessem que você está tendo esses pensamentos, com certeza diriam: “Uau! Você está pensando muito sério sobre a vida.”

Mas talvez eles tenham a mesma coceira que você tem. Talvez tenham os mesmos pensamentos que você tem. Talvez estejam todos debaixo de uma conspiração de silêncio: “Eu não quero que ninguém saiba o que estou realmente pensando sobre a vida.”

Você já considerou que essa coceira tem alguma coisa a ver com Deus? Claro, Deus está ao nosso redor, invisível aos olhos. Mas Deus também está além do nosso mundo. E talvez este seja o dilema: precisamos de algo que está além do nosso mundo para acabar com a coceira.

E se a vida foi estabelecida (por Deus) de tal maneira que nada nesta dimensão pode nos satisfazer totalmente? Até mesmo coisas boas como uma carreira de sucesso, uma vida sadia em casa, casar com alguém que você realmente ama podem não satisfazer totalmente. Talvez todas essas coisas ainda deixem um vazio. Talvez todas essas coisas ainda não acabem com a coceira. Por quê? Porque elas são deste mundo; porque precisamos de algo fora deste mundo para preencher nossas vidas.

Talvez Deus tenha nos desenhado desta maneira, para que nós buscássemos a Ele.

Pense nisso. Se tudo o já desejamos ou precisamos pudesse ser conseguido no mundo em que vivemos, então nós não iríamos querer a Deus. Não sentiríamos que precisamos dEle. Mas talvez Ele sinta que é importante demais para ser negligenciado.

Bem, aqui e agora está você, precisando de mais; querendo mais. Mas e se o “mais” que você quer não pode ser encontrado neste mundo? E daí? Então pra onde você vai?

Por que Jesus menciona os relacionamentos que esta mulher teve com todos esse homens? E o que isso tem a ver com a água da vida?

A melhor maneira de entender a história é primeiro entender que Jesus fala em duas coisas. Ele fala de dois tipos diferentes de água. Uma das águas é a água natural no poço (H20 comum). A outra água em questão é algo que ele chama de “água de vida”.

Qual é a diferença entre essas duas águas? Jesus disse que a água comum não satisfaz nossa sede, mas que a água da vida irá satisfazer nossa sede. Então, o que é a água de vida?

Jesus quer dizer que água da vida significa relacionamento com Deus. Somente um relacionamento com Deus satisfaz a nossa sede. Com isso em mente, por que você acha que ele mandou a mulher ir chamar o seu marido e voltar?

Jesus queria que ela percebesse os lugares onde ela estava procurando saciar a sua sede espiritual. Mas sem sucesso. Ela teve seis homens na sua vida, e ainda continuava sedenta. Nenhum dos homens que teve em sua vida satisfizeram seus mais profundos anseios.

Nossas necessidades e anseios mais profundos não podem ser supridos por nada neste mundo. Nós precisamos de Deus, que não pertence a este mundo, para nos satisfazer completamente. Se não, seremos sempre “sedentos” na vida, sedentos no sentido espiritual.

É por isso que Jesus diz: “Quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede” (João 4:14). Conhecer a Jesus satisfaz nossa sede; acalma aquela coceira irritante que tínhamos. Uma coceira que nada parece acalmar.

Na história, a mulher estava tentando saciar sua sede espiritual através de relacionamentos com homens. Isso não funcionou. Aqueles “poços” não davam água da vida. Você tem algum “poço” na sua vida?

Geralmente as pessoas irão tentar satisfazer suas necessidades espirituais com coisas que não são espirituais–coisa como dinheiro, popularidade, boa forma física, ter coisas legais.

Ou irão tentar satisfazer suas necessidades espirituais com algum tipo de espiritualidade que não envolve um relacionamento com Deus. Digo de novo, todas essas coisas são um “poço” sem fundo.

A moral da história é que o próprio Jesus é o único “poço” confiável. Ele é o único que pode nos dar “água da vida”. E a água que ele nos oferece é um presente. Você gostaria de receber esse presente? Receber esse presente fará uma grande diferença na sua vida AGORA mesmo.


Convidei Jesus para entrar na minha vida (algumas informações úteis…).

Acho que quero convidar Jesus para entrar na minha vida, por favor me explique melhor…

Tenho uma pergunta…

Como começar um relacionamento com Deus